Este Blog se destina a compartilhar informações aos professores e interessados a respeito do Ensino Fundamental l
O visitantes podem deixar mensagens ou dicas.
Desde já agradecemos sua visita!
A
importância da Psicologia para a formação plena do Professor do Ensino
Fundamental.
Os
cursos que complementam a formação do professor são diversos, porém o que vamos
falar o hoje é a Psicologia que permite ao professor além de um olhar mais
apurado sobre o perfil de seu aluno e um conhecimento profundo dos processos de
ensino aprendizagem segundo a visão de grandes autores como Freud e
Piaget.
O
estudo da Psicologia permite ao Professor compreender e identificar os
processos pelo qual a criança passa ao se apropriar dos conhecimentos, além de
potencializar as relações entre professor/aluno e os demais componentes do
âmbito escolar, proporcionando ao educador uma visão mais ampla dos processos
de aprendizagem no contexto educacional.
Em resumo,
a Psicologia colabora para o melhoramento e compreensão das relações entre
professores, alunos e demais membros que interagem na educação, em um grau em
que propicia uma visão mais compreensiva dos procedimentos de aprendizagem que
se ocorrem no contexto educacional. Assim, partindo-se da psicologia, aparecem
novos seguimentos para a compreensão dos acontecimentos do cotidiano
educacional, possibilitando uma reflexão conjunta e, logo, o levantamento de
hipóteses e táticas que venham a sanar as dificuldades emergentes.
REFERÊNCIA
BIBLIOGRÁFICA
CARRARA,
Kester (organizador). Introdução à Psicologia da Educação. Seis abordagens. São
Paulo: Avercamp, 2004.
Queridos colegas Professores para dar um UP nas nossa aula de ciências e incrementar ainda mais a Feira de
Ciências da escola que tal desenvolvermos com a turma essa experiência super
interessante, OVO DOBRÁVEL.
Vamos
precisar de:
-Ovos
-
Vinagre
junto com os alunos vamos lavar muito bem o ovo, faremos um furinho em cada
extremidade do ovo e assopraremos até sair todo o recheio. Depois deixaremos o ovo dentro
do vinagre por cerca de três dias em um lugar seguro para não cair.
Agora esperaremos a reação química do vinagre com o ovo. Viraremos de vez em quando o ovo
para a reação química na casca do ovo ser uniforme. Quando o ovo amolecer lavaremos bem para tirar o vinagre. Para o ovo voltar a sua forma original, é só assoprar
nos furinhos.
DICA:
Nós Professores deveremos explicar aos nossos alunos as reações químicas que ocorrem nesse
processo no decorrer da experiência.
Por: Emyle dos Santos Nunes Dica para aula de Artes
O Professor poderá leva para a sala de aula imagens de Obras de Artes, como essas ilustradas abaixo, e desenvolver atividades diversas utilizando as imagens.
Expressionismo
"O Grito" de Edvard Munch
Quarto em Arles, 1889
– Van Gogh
Objetivos
1) Estudar as características da pintura expressionista.
2) Conhecer os grupos e os artistas que iniciaram essa
estética.
3) Perceber a influência expressionista na arte
brasileira.
Comentários
Para demonstrar o sentimento do artista em relação à
realidade, o expressionismo dá muito mais ênfase aos sentimentos e às reações
humanas diante dos fatos da vida.
Ponto
de partida
O textoExpressionismopode servir para iniciar os estudos.
Estratégias
1) Leitura do texto.
2) Leitura das imagens que estão no texto e de outras que
o professor tiver do expressionismo europeu.
3) Comparar as pinturas entre os artistas do grupo A
Ponte e d' O Cavaleiro Azul.
Atividades
Propor aos alunos que pesquisem as influências do
expressionismo no Brasil em artistas como Lívio Abramo e Lasar Segall, por
exemplo.
Os alunos devem trazer imagens desses artistas e expor
para a sala, ressaltando as características expressionistas delas.
- Conhecer algumas da obras que apresentam o estilo
Rococó.
- Entender o conceito deestilo.
Comentários
Você sabia que o salto alto (nos sapatos) foi inventado
por Luís 15? Da mesma forma, a corte do monarca francês criou um estilo que
entra e sai de moda, sendo sempre retomado, ainda que com outras propostas.
Esta aula, além de fazer com que os alunos conheçam o Rococó e suas
características, também é bastante útil para a discussão do conceito de estilo.
Material
O texto sobreRococódo UOL Educação pode se utilizado como ponto de partida.
Estratégia
- Leitura e interpretação do texto.
- Leitura de imagens (as que estão no texto e as que o
professor tiver).
- Imagens de decorações internas ao estilo Luís 15.
- Observar outras decorações, de outras épocas, que sigam
determinado estilo: barroco, neoclássico, moderno etc.
Atividade
1. Em grupos, os alunos farão um projeto de decoração da
sala de aula, seguindo o estilo Luís 15. É muito importante que a apresentação
e a discussão dos projetos envolvam toda a classe.
2. Depois de discutir os projetos, os grupos devem
retomar seus trabalhos, mas propondo agora um novo estilo: sem abandonar o
ponto de partida, que foi o Rococó, criar algo novo. Que classes sociais
poderiam ser representadas nas pinturas? Ou, ainda, ao invés de porcelana, que
objetos de decoração poderiam ser trabalhados?
- Conhecer o processo de produção da imagem fotográfica.
- Estimular diferentes formas de olhar.
Comentários
A utilização de imagens, especialmente as fotográficas, é
cada vez mais presente no cotidiano. Mas será que paramos para realmente olhar
as imagens que nos cercam? Este plano de aula pretende fazer com que os alunos
conheçam mais profundamente a linguagem fotográfica e sua história, além de
possibilitar o trabalho com novas mídias; por exemplo, o telefone celular.
- Pedir aos alunos que tragam fotografias para a sala de
aula.
- O professor deve levar para a sala de aula várias
imagens fotográficas, de diferentes fontes, e apresentá-las aos alunos, de
maneira que eles percebam suas diferenças.
Atividade
1. Em duplas ou trios, partindo de um tema proposto pelo
professor, os alunos devem fazer fotografias com câmeras ou celulares.
2. Os componentes do grupo selecionarão as fotos que
considerarem mais expressivas.
3. A classe discute sobre o processo de registro fotográfico
e sobre os motivos que determinaram as escolhas dos grupos.
2) Perceber as diferenças entre as fases de seu trabalho.
Comentários
Tarsila do Amaral é um dos principais nomes quando se
trata de arte moderna no Brasil. Seria interessante que esta aula acontecesse
depois que os alunos já tivessem começado a estudar o modernismo na Europa e
seus desdobramentos no Brasil, culminando na Semana de Arte Moderna de 1922.
Material
O textoTarsila do Amaralpode servir para iniciar o estudo dos alunos.
Estratégias
1) Rememorar o que os alunos já estavam vendo sobre o
conceito de moderno e o que foi o modernismo.
2) A partir da leitura do texto sugerido, propor
exercícios de interpretação, como, por exemplo, elaborar uma linha do tempo
coletiva, onde os alunos destaquem momentos importantes da vida da artista e
acontecimentos no Brasil e no mundo.
Atividades
Debate:
1) Dividir a sala em três grupos. Cada grupo ficará com
uma pintura que corresponda a uma fase da artista, ou seja:
Grupo 1: fase pau-brasil
Grupo 2: fase antropofágica
Grupo 3: pintura social
2) Determinar um tempo para que cada grupo elabore
argumentos "defendendo" sua pintura, o porquê ela é melhor.
3. Ganha o debate o grupo que apresentar os melhores
argumentos, porém o objetivo aqui não é declarar um grupo vencedor e sim fazer
com que eles observem, percebam, façam a leitura da obra.
Sugestões
de filmes para trabalhar em sala de aula
Começamos com Toy Story
Sinopse:
A trama começa quando os brinquedos, equivocadamente, são deixados pela mãe do
Andy como doação na creche Sunnyside. Apesar da dor da separação, aquele lugar
parecia ser o paraíso, afinal eles não pertenceriam a apenas uma criança, e sim
a muitas!
Mas
como as aparências enganam! Durante o dia são “massacrados” pelas crianças
pequenas e, assim, decidem ir embora! Será que é possível, para simples
brinquedos, retomarem o caminho de suas casas?
No
desenrolar da trama, aparecem 15 novos brinquedos e muitos desafios e também
uma lição inesquecível sobre infância, amizade e lealdade.
Sugestão
de debates:
ØDiscutir
com a turma a importância de persistir em prol de um objetivo.
ØDebater
Valores da amizade, cooperação, espírito de equipe, solidariedade e infância.
Continuamos com Bee Movie
Sinopse:O
filme mostra o mundo das abelhas sob a ótica das abelhas, ou seja, diferente do
olhar humano.
Assim, Barry Benson,
uma abelha recém-formada, decide processar os humanos pela apropriação indevida
do mel.
O filme mostra de
modo claro, a necessidade do equilíbrio nos ecossistemas e da codependência
entre todas as espécies vivas para a sustentabilidade da vida na Terra.
Sugestões de debate.
ØTrabalhar
com os alunos o conceito trabalho em equipe.
Por: Joana Fachini Pinto Dicas para desenvolver Aula Fora.
Uma visita à biblioteca para assistir uma contação de história, tendo como objetivo:
-Estimular o interesse pela leitura, a imaginação e a interação do aluno enriquecendo seu processo de ensino aprendizagem
- Repertoriar com as obras de Monteiro Lobato.
Durante a visita além de proporcionar o contato com diversas obras literárias, os alunos terão a oportunidade de participar de uma contação de história realizada, onde o contador está vestido como um dos personagens de Monteiro Lobato, a sugestão é que seja nada menos que a Emília, e ela além de contar história também permiti que as crianças interajam, participando ativamente.
Será uma aula diferente, prazerosa,significativa, despertando nas crianças o interesse pela leitura e contação de história.
Esta atividade poderá ser trabalhada em sala de aula antes da visita, preparando as crianças, através de uma roda de conversa trazendo algumas obras de Monteiro Lobato, falando um pouco dele e de suas obras. Como também pode ser trabalhada depois da visita, pedindo às crianças que recontem a história com suas palavras registrando em uma folha e entregando para a professora e também fazer um desenho dentre as histórias de Monteiro Lobato a que ela mais gostou, para posteriormente realizar uma exposição sobre Monteiro Lobato na escola.
Assim poderemos realizar uma aula fora despertando no aluno o prazer pelos livros além de auxiliá-los na construção de seu conhecimento.
Dica de reportagem Sobre Ensino Fundamental Essa reportagem mostra como é importante que nós professores, façamos a diferença com dedicação e amor, nos preparando e auxiliando nossos alunos não só em conteúdos, mas também em cuidados, proporcionando a eles tudo de positivo que estiver ao nosso alcance.
Por: Ana Paula de Melo Silva Dicas de Entrevista: Brincar é diferente de aprender com Tizuco Kishimoto.
Tizuko
Kishimoto, da USP: brincar é diferente de aprender
Autor:Servico
de Comunicação e Mídia da Faculdade de Educação da USP
Professora
titular da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP),
TizukoMorchidaKishimoto dá aulas na graduação e pós-graduação, nas áreas do
brinquedo, educação infantil e formação do professor. Também exerce as funções
de coordenadora do Laboratório de Brinquedos e Materiais Pedagógicos (Labrimp)
e do Museu da Educação e do Brinquedo (MEB).
Pedagoga,
com doutorado e pós-doutorado em educação, tem vários livros publicados sobre
assuntos relacionados a jogos, brincadeiras e educação infantil.
Em
entrevista ao Jornal do Professor, TizukoKishimoto diz que brincar é diferente
de aprender e fala de temas como as principais brincadeiras utilizadas na
aprendizagem infantil, a melhor forma de utilizar brinquedos na sala de aula,
brincadeiras tradicionais e jogos eletrônicos, e educadores de destaque na área
de brinquedos educativos.
Jornal
do Professor – A senhora pode conceituar as palavras brinquedo e brincadeira?
TizukoMorchidaKishimoto
– Não há um conceito universal sobre tais termos, uma vez que o brincar é visto
como polissêmico, tendo várias significações. No entanto, um dos usos pode ser
o de conceituar o brinquedo no aspecto material e imaterial (qualquer objeto
industrializado, sucata, meu dedo, minha voz, uma idéia), como algo que se
destina ao brincar, que se torna um suporte para a ação de brincar. Posso
brincar com meu ursinho ou boneca, uma pedra, meus amigos e uma bola ou sozinho
com meu amigo imaginário. A brincadeira é o resultado de ações conduzidas por
regras, em que se pode usar ou não objetos, mas que tenha as características do
lúdico: ser regrado, distante no tempo e no espaço, envolver imaginação, dispor
de flexibilidade de conduta e de incerteza.
JP –
Qual é a importância de se utilizar brinquedos ou brincadeiras para o
aprendizado infantil?
TMK
– Não se pode dizer que o brincar leva a qualquer tipo de aprendizagem. Brincar
é diferente de aprender. O brincar é importante por duas razões: para a
criança, o brincar é importante para a expressão de seus interesses e a
comunicação com outros e, para o adulto, o brincar é importante para observar o
objeto ou situação de interesse da criança e, posteriormente, planejar
atividades que de fato representem situações que envolvem a criança.
Na
atualidade, a concepção de educação vista como de melhor qualidade é a que
respeita os saberes e a experiência da criança e seja participativa. O professor
não educa sozinho. Pais, profissionais, outras crianças e a comunidade, todos
fazem parte deste conjunto de atores responsáveis pela educação. O primeiro
passo da educação é a descoberta do que a criança gosta, seus interesses, o que
já sabe e o que gostaria de saber. O brincar é excelente recurso para
observação dos interesses e ações da criança. Pelo brincar, a criança evidencia
saberes e interesses, além de propiciar condições para aprendizagens
incidentais.
JP –
Quando a criança aprende pelo brincar?
TMK
– Quando, por exemplo, pula corda e aprende diferentes formas de fazê-lo,
quando pula junto com outra criança ou pula no ritmo de cantigas. Nesse
processo pode aprender inúmeras habilidades inerentes à própria brincadeira.
Pode aprender, também, quando experimenta novas regras na brincadeira com
outras crianças.
O
brincar é importante para a criança expressar significações simbólicas. Pelo
brincar a criança aprende a simbolizar. Ao assumir papéis, ao usar objetos com
outras finalidades para expressar significações, a criança entra no processo
simbólico. O brincar auxilia o desenvolvimento simbólico. Mas não se trata de
entender o símbolo como exercício ou cópia de letras e números em práticas de
uso do brinquedo no ensino formal. A criança, ao brincar de fazer compras no
mercado, desenvolve a linguagem verbal e quando dispõe de um ambiente
preparado, com embalagens de caixas de mantimentos, refrigerantes com rótulos
que indicam o nome dos produtos, e utiliza dinheiro que constrói como moeda de
troca, vai penetrando no mundo letrado e gradativamente avançando no processo
de simbolização, conhecido como emergência, no letramento.
A
aprendizagem ocorre também quando a criança no brincar, aprende o roteiro ou
guia que subsidia a brincadeira. Para brincar de casinha, é preciso que os
parceiros saibam definir os personagens, o que cada um vai fazer, qual cenário
deve ser utilizado. Para qualquer brincadeira imaginária as crianças utilizam
guias que lhes permitem compartilhar temas, personagens e sequências de ações.
A aprendizagem desses guias implica na capacidade de “leitura da mente do
outro”, a entrada na subjetividade do outro e atenção para a sequência das
ações que complementam o brincar coletivo.
Tais
atividades requerem a observação do brincar, e em seguida, o planejamento
conjunto com as crianças, em uma situação que já não é o brincar, mas ação
mediada pelo adulto, para em seguida, introduzir elementos da cultura do adulto
para ampliar as experiências da criança.
O
ensino de conteúdos curriculares pelo brincar pertence a outra modalidade que
se convencionou chamar “jogo educativo ou didático”, com características
diversas do brincar livre.
JP –
A utilização de brincadeiras também é importante para o aprendizado em faixas
etárias mais elevadas? Neste caso, como a brincadeira pode ser inserida?
TMK
– Nas faixas etárias mais elevadas já não se trata do brincar livre, mas do que
se convencionou chamar de “jogo didático”, em que se usam objetos (brinquedos)
para ensinar. Neste caso, o brinquedo é usado como material pedagógico
destinado a uma função específica de ensino de algum conteúdo curricular.
Embora legítimo, não se trata de brincadeira, mas ação planejada do adulto que
cria situações dirigidas para que o aluno possa agir sobre o objeto ou situação
para retirar conclusões.
Entre
a diversidade de jogos didáticos para o ensino de conteúdos específicos há
inúmeros jogos com letras, números, cores, formas, profissões, entre outros. Na
formação de profissionais há os de simulação em que adultos em formação
representam papéis ou situações relacionadas a um campo profissional: mercado
financeiro, enfermagem, biologia e educação.
JP –
Qual a melhor forma de utilização de brinquedos na sala de aula?
TMK
– Não se tem uma fórmula única para uso do brinquedo e da brincadeira. Algumas
sugestões:
1. Necessidade de escolher os brinquedos.
Não se pode utilizar brinquedos destinados ao consumo familiar, de uso
individualizado de uma criança, para uso institucional. Os brinquedos
destinados ao uso coletivo devem ser seguros, ter durabilidade e resistência.
Pratos e xícaras não podem ser de miniatura e de plástico pouco resistente.
Melhor os de tamanho normal, feitos de material resistente. As panelas devem
ser de alumínio e as conchas de madeira.
2. Ao selecionar e organizar os brinquedos
nas salas é necessário pensar nas temáticas simbólicas significativas no
contexto em que a criança vive, sem fazer distinções de gênero, classe social
ou etnia. Verificar a faixa etária das crianças para selecionar tais os
brinquedos. As classificações de brinquedos como o Esar (exercício, símbolo,
acoplagem e regras) e o ICCP (InternationalCouncil for Children Play) podem
ajudar na escolha de brinquedos para os campos afetivo, relações cognitivas e
sociais e expressão motora.
3. Verificar a utilidade do brinquedo ou
objeto colocado na área da brincadeira, questionando qual o uso que a criança
fará, que tipo de experiência poderá adquirir com o objeto. Pensar nas
experiências significativas das crianças para a seleção dos brinquedos.
4. Separar os brinquedos em áreas ou
setores de modo que a criança possa utilizá-los sem se desorganizar. Se o
brinquedo serve para construir é preciso que estejam disponíveis em áreas em
que a construção seja possível. Se os brinquedos se destinam ao faz de conta é
preciso que estejam juntos para facilitar o aparecimento de temáticas
simbólicas. Se o brincar requer uso de água ou terra é preciso providenciar
espaço e materiais. Brinquedos misturados, quebrados e mal conservados dentro
de caixas não auxiliam o desenvolvimento do imaginário das crianças.
5. É importante dar opções de brincadeiras
coletivas e individuais que representem a diversidade da cultura lúdica do
país.
6. Toda criança deve ter o direito ao
brinquedo e brincadeira independente de questões de gênero, etnia e classe
social, o que equivale dizer que não se pode separar os brinquedos para meninos
e meninas ou pobres e ricos. A diversidade cultural brasileira deve ser
contemplada na inserção de brincadeiras dos segmentos culturais aos quais
pertencem as crianças.
Por: Adriana Carolina Freitas Dicas de Projetos para Incentivo a Leitura Cecília Meireles e Itaú
Fizemos algumas pesquisas em alguns sites, que contem varias informações incentivando a
leitura para o ensino fundamento, encontramos esse sitehttp://www.infoescola.com/sociologia/inclusao-social/, o
site explica o que pode ser feito, para as crianças do 1° ao 4° ano, com
atividades em sala de aula. Já no
projeto de incentivo a leitura do banco Itaú, tanto o professor já atuante, como
também nós que estamos iniciando na faculdade ou fazendo estágio em escolas
publicas ou particulares, podemos nos escrever no site:https://www.itau.com.br/crianca/, é
totalmente gratuito e é entregue em nossa residência para nossa comodidade.
Qualquer duvida que você leitor tiver pode obter respostas no próprio site, na
mesma pagina conseguimos obter dicas de leituras, com livros que podem ser
muito interessantes para o desenvolvimento da leitura no local, onde cada um de nós escolheu para desenvolver o projeto de incentivo a leitura.
Projeto de Inclusão Social nas Escolas Públicas
Olá Pessoal Somos estudantes de Pedagogia, e viemos dividir com vocês leitores, um pouquinho sobre Projeto de Inclusão no Ensino
Fundamental I.
Os Projeto inserido nas Escolas Publicas de
Guarulhos, são essências para a inclusão de alunos com diversas deficiências e
também servem de aprendizagem e ensinam a todos como lidar e aceitar crianças
especiais, crianças essas que tem muito a nos ensinar, inclusive como lidar com esta situação tão diferente que
muitos dos alunos, na sala nunca haviam tido como experiência. Penso que
para inserir um Projeto em qualquer instituição possa ser de ensino ou não, é
preciso que os pontos sejam estudados antes, para então saber se vão dar certo,
ou não.
O
significado do Projeto Inclusão Social
É um termo amplo,
utilizado em contextos diferentes, em questões sociais variadas. De modo geral,
o termo é utilizado ao fazer referência à inserção de pessoas com algum tipo de
deficiência às escolas de ensino regular, e ao mercado de trabalho, ou ainda a
pessoas consideradas excluídas, que não tem as mesmas oportunidades dentro da
sociedade, por motivos como: # Condições sócias – econômicas # Gênero # Raça # Falta de acesso a tecnologias (exclusão digital) O processo
de inclusão social de pessoas com necessidades especiais tornou-se efetivo a
partir da Declaração de Salamanca, em 1994, respaldada pela Convenção dos
Direitos da Criança (1988) e da Declaração sobre Educação para Todos (1990). Os projetos de inclusão social de maior
repercussão são os seguintes: - O processo de inclusão das pessoas com
necessidades educacionais especiais nas escolas de ensino regular; - A inclusão de pessoas com deficiência no mercado
de trabalho nas empresas com mais de cem funcionários, proporcionalmente. - O sistema de cotas para negros e índios da escola pública nas universidades; A inclusão
social, em suas diferentes faces, é efetivada por meio de políticas públicas,
que além de oficializar, devem viabilizar a inserção dos indivíduos aos meios
sociais. Para isso, é necessário que sejam estabelecidos padrões de
acessibilidade nos diferentes espaços (escolas, empresas, serviços públicos),
assim como é necessário o investimento em formação inicial e continuada dos
profissionais envolvidos no processo de inclusão, principalmente dos
professores.