quinta-feira, 28 de maio de 2015

Tópico: Mensagens

Diga-me eu esquecerei, ensina-me e eu poderei lembrar, envolva-me e eu aprenderei.
Benjamin Franklin


Ninguém é tão grande que não possa aprender, nem tão pequeno que não possa ensinar.
Esopo

O professor não ensina, mas arranja modos de a própria criança descobrir. Cria situações-problemas
Jean Piaget

Referencia Bibliográfica:http://pensador.uol.com.br/mensagens_educacao/Acesso em: 29 Maio 2015

Tópico Pensa que Acabou?

Por: Ana Paula  de Melo Silva


A importância da Psicologia para a formação plena do Professor do Ensino Fundamental.

Os cursos que complementam a formação do professor são diversos, porém o que vamos falar o hoje é a Psicologia que permite ao professor além de um olhar mais apurado sobre o perfil de seu aluno e um conhecimento profundo dos processos de ensino aprendizagem segundo a visão de grandes autores como Freud e Piaget. 
O estudo da Psicologia permite ao Professor compreender e identificar os processos pelo qual a criança passa ao se apropriar dos conhecimentos, além de potencializar as relações entre professor/aluno e os demais componentes do âmbito escolar, proporcionando ao educador uma visão mais ampla dos processos de aprendizagem no contexto educacional.
Em resumo, a Psicologia colabora para o melhoramento e compreensão das relações entre professores, alunos e demais membros que interagem na educação, em um grau em que propicia uma visão mais compreensiva dos procedimentos de aprendizagem que se ocorrem no contexto educacional. Assim, partindo-se da psicologia, aparecem novos seguimentos para a compreensão dos acontecimentos do cotidiano educacional, possibilitando uma reflexão conjunta e, logo, o levantamento de hipóteses e táticas que venham a sanar as dificuldades emergentes.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
CARRARA, Kester (organizador). Introdução à Psicologia da Educação. Seis abordagens. São Paulo: Avercamp, 2004.

Tópico: Feira de Ciências

 Por: Ana Paula de Melo Silva


Dica para feira de Ciências


Queridos colegas Professores para dar um UP nas nossa aula de ciências e incrementar ainda mais a Feira de Ciências da escola que tal desenvolvermos com a turma essa experiência super interessante, OVO DOBRÁVEL.
Vamos precisar de:
-Ovos
- Vinagre

 junto com os alunos  vamos lavar muito bem o ovo, faremos um furinho em cada extremidade do ovo e assopraremos até sair todo o recheio. Depois deixaremos o ovo dentro do vinagre por cerca de três dias em um lugar seguro para não cair.
Agora esperaremos a reação química do vinagre com o ovo. Viraremos de vez em quando o ovo para a reação química na casca do ovo ser uniforme. Quando o ovo amolecer lavaremos bem para tirar o vinagre. Para o ovo voltar a sua forma original, é só assoprar nos furinhos.
DICA:
 Nós Professores deveremos explicar aos nossos alunos as reações químicas que ocorrem nesse processo no decorrer da experiência.

Referência bibliográfica:
Manual do mundo, experiências para o ensino fundamental. Disponível em. >http://www.manualdomundo.com.br/2013/12/como-fazer-um-ovo-dobravel/. > Acesso 19 mai 15

Tópico: Artes

Por: Emyle dos Santos Nunes

Dica para aula de Artes

O Professor poderá leva para a sala de aula imagens de Obras de Artes, como essas ilustradas abaixo, e desenvolver atividades diversas utilizando as imagens.
Expressionismo

"O Grito" de Edvard Munch



Quarto em Arles, 1889 – Van Gogh

Objetivos

1) Estudar as características da pintura expressionista.
2) Conhecer os grupos e os artistas que iniciaram essa estética.
3) Perceber a influência expressionista na arte brasileira.

Comentários

Para demonstrar o sentimento do artista em relação à realidade, o expressionismo dá muito mais ênfase aos sentimentos e às reações humanas diante dos fatos da vida.

Ponto de partida

O texto Expressionismo pode servir para iniciar os estudos.

Estratégias

1) Leitura do texto.
2) Leitura das imagens que estão no texto e de outras que o professor tiver do expressionismo europeu.
3) Comparar as pinturas entre os artistas do grupo A Ponte e d' O Cavaleiro Azul.

Atividades

Propor aos alunos que pesquisem as influências do expressionismo no Brasil em artistas como Lívio Abramo e Lasar Segall, por exemplo.
Os alunos devem trazer imagens desses artistas e expor para a sala, ressaltando as características expressionistas delas.
Referência  Bibliográfica:
Acesso em 29 Maio 2015


Rococó



music scene

 

Objetivos

- Conhecer algumas da obras que apresentam o estilo Rococó.
- Entender o conceito de estilo.

Comentários

Você sabia que o salto alto (nos sapatos) foi inventado por Luís 15? Da mesma forma, a corte do monarca francês criou um estilo que entra e sai de moda, sendo sempre retomado, ainda que com outras propostas. Esta aula, além de fazer com que os alunos conheçam o Rococó e suas características, também é bastante útil para a discussão do conceito de estilo.

Material

O texto sobre Rococó do UOL Educação pode se utilizado como ponto de partida.

Estratégia

- Leitura e interpretação do texto.
- Leitura de imagens (as que estão no texto e as que o professor tiver).
- Imagens de decorações internas ao estilo Luís 15.
- Observar outras decorações, de outras épocas, que sigam determinado estilo: barroco, neoclássico, moderno etc.

Atividade

1. Em grupos, os alunos farão um projeto de decoração da sala de aula, seguindo o estilo Luís 15. É muito importante que a apresentação e a discussão dos projetos envolvam toda a classe.
2. Depois de discutir os projetos, os grupos devem retomar seus trabalhos, mas propondo agora um novo estilo: sem abandonar o ponto de partida, que foi o Rococó, criar algo novo. Que classes sociais poderiam ser representadas nas pinturas? Ou, ainda, ao invés de porcelana, que objetos de decoração poderiam ser trabalhados?

Acesso em: 29 maio 2015

Objetivos

- Estudar a história da fotografia.
- Conhecer o processo de produção da imagem fotográfica.
- Estimular diferentes formas de olhar.

Comentários

A utilização de imagens, especialmente as fotográficas, é cada vez mais presente no cotidiano. Mas será que paramos para realmente olhar as imagens que nos cercam? Este plano de aula pretende fazer com que os alunos conheçam mais profundamente a linguagem fotográfica e sua história, além de possibilitar o trabalho com novas mídias; por exemplo, o telefone celular.

Material

Os textos "Fotografia - 1" e "Fotografia - 2" podem ser utilizados como ponto de partida.

Estratégia

- Leitura e entendimento dos textos.
- Pedir aos alunos que tragam fotografias para a sala de aula.
- O professor deve levar para a sala de aula várias imagens fotográficas, de diferentes fontes, e apresentá-las aos alunos, de maneira que eles percebam suas diferenças.

Atividade

1. Em duplas ou trios, partindo de um tema proposto pelo professor, os alunos devem fazer fotografias com câmeras ou celulares.
2. Os componentes do grupo selecionarão as fotos que considerarem mais expressivas.
3. A classe discute sobre o processo de registro fotográfico e sobre os motivos que determinaram as escolhas dos grupos.
4. A classe organiza uma exposição das fotos.
Referencia Bibliográfica:


Tarsila do Amaral


Obra Abaporu

Objetivos

1) Conhecer a vida e obra da artista.
2) Perceber as diferenças entre as fases de seu trabalho.

Comentários

Tarsila do Amaral é um dos principais nomes quando se trata de arte moderna no Brasil. Seria interessante que esta aula acontecesse depois que os alunos já tivessem começado a estudar o modernismo na Europa e seus desdobramentos no Brasil, culminando na Semana de Arte Moderna de 1922.

Material

O texto Tarsila do Amaral pode servir para iniciar o estudo dos alunos.

Estratégias

1) Rememorar o que os alunos já estavam vendo sobre o conceito de moderno e o que foi o modernismo.
2) A partir da leitura do texto sugerido, propor exercícios de interpretação, como, por exemplo, elaborar uma linha do tempo coletiva, onde os alunos destaquem momentos importantes da vida da artista e acontecimentos no Brasil e no mundo.

Atividades

Debate:
1) Dividir a sala em três grupos. Cada grupo ficará com uma pintura que corresponda a uma fase da artista, ou seja:
Grupo 1: fase pau-brasil
Grupo 2: fase antropofágica
Grupo 3: pintura social
2) Determinar um tempo para que cada grupo elabore argumentos "defendendo" sua pintura, o porquê ela é melhor.
3. Ganha o debate o grupo que apresentar os melhores argumentos, porém o objetivo aqui não é declarar um grupo vencedor e sim fazer com que eles observem, percebam, façam a leitura da obra.
Referência Bibliografica
http://educacao.uol.com.br/planos-de-aula/fundamental/artes-tarsila-do-amaral.htm

Acesso em: 29 maio 2015


Tópico: Filmes

 Por: Ana Paula de Melo Silva


Sugestões de filmes para trabalhar em sala de aula


Começamos com Toy Story

Sinopse: A trama começa quando os brinquedos, equivocadamente, são deixados pela mãe do Andy como doação na creche Sunnyside. Apesar da dor da separação, aquele lugar parecia ser o paraíso, afinal eles não pertenceriam a apenas uma criança, e sim a muitas!
Mas como as aparências enganam! Durante o dia são “massacrados” pelas crianças pequenas e, assim, decidem ir embora! Será que é possível, para simples brinquedos, retomarem o caminho de suas casas?
No desenrolar da trama, aparecem 15 novos brinquedos e muitos desafios e também uma lição inesquecível sobre infância, amizade e lealdade.
Sugestão de debates:
Ø  Discutir com a turma a importância de persistir em prol de um objetivo.
Ø  Debater Valores da amizade, cooperação, espírito de equipe, solidariedade e infância. 

Continuamos com Bee Movie 


Sinopse: O filme mostra o mundo das abelhas sob a ótica das abelhas, ou seja, diferente do olhar humano.
Assim, Barry Benson, uma abelha recém-formada, decide processar os humanos pela apropriação indevida do mel.
O filme mostra de modo claro, a necessidade do equilíbrio nos ecossistemas e da codependência entre todas as espécies vivas para a sustentabilidade da vida na Terra.
Sugestões de debate.
Ø  Trabalhar com os alunos o conceito trabalho em equipe.
Ø  Equilíbrio ecológico.
Ø  Respeito à natureza e a sociedade.

Referência bibliográfica:
Guia de cinema, sinopse do filme Toy story. Disponível em: > http://www.guiadasemana.com.br/cinema/filmes/sinopse/toy-story-3. > Acesso  10 mai 15.

Achei, sinopse do filme Nascido para zoar. Disponível em http://putsachei.blogspot.com.br/2007/12/bee-nascido-para-zoar.html. > Acesso  10 mai 15. P

Tópico:Aula-Fora

Por: Joana Fachini Pinto

Dicas para desenvolver Aula Fora.

Uma visita à biblioteca para assistir uma contação de história, tendo como objetivo:        
-Estimular o interesse pela leitura, a imaginação e a interação do aluno enriquecendo seu processo de ensino aprendizagem                                                                                 
 -  Repertoriar  com as obras de Monteiro Lobato.

Durante a visita além de proporcionar o contato com diversas obras literárias, os alunos terão a oportunidade de participar de uma contação de história realizada, onde o contador está vestido como um dos personagens de Monteiro Lobato, a sugestão é que seja nada menos que a Emília, e ela além de contar história também permiti que as crianças interajam, participando ativamente.
Será uma aula diferente, prazerosa,significativa, despertando nas crianças o interesse pela leitura e contação de história.
Esta atividade poderá ser trabalhada em sala de aula antes da visita, preparando as crianças, através de uma roda de conversa trazendo algumas obras de Monteiro Lobato, falando um pouco dele e de suas obras. Como também pode ser trabalhada depois da visita, pedindo às crianças que recontem a história com suas palavras registrando em uma folha e entregando para a professora e também fazer um desenho dentre as histórias de Monteiro Lobato a que ela mais gostou, para posteriormente realizar uma exposição sobre Monteiro Lobato na escola.
Assim poderemos realizar uma aula fora despertando no aluno o prazer pelos livros além de auxiliá-los na construção de seu conhecimento.

Referência Bibliográfica:
http://biblioteca.saolourenco.sc.gov.br/2011/09/49.html
acesso em 27 maio 2015





Tópico: Reportagens

Por: Mônica Araújo Lima

Dica de reportagem Sobre Ensino Fundamental

  Essa reportagem mostra como é importante que nós professores, façamos a diferença com dedicação e amor, nos preparando e auxiliando nossos alunos não só em conteúdos, mas também em cuidados, proporcionando a eles tudo de positivo que estiver ao nosso alcance.


Bibliografia
https://www.youtube.com/watch?v=0QCUTVVFn0Q
acesso em 28 de maio 2015

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Tópico Entrevistas:

Por: Ana Paula de Melo Silva

Dicas de Entrevista:  Brincar é diferente de aprender com Tizuco Kishimoto.

Tizuko Kishimoto, da USP: brincar é diferente de aprender
Autor:Servico de Comunicação e Mídia da Faculdade de Educação da USP
Professora titular da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), TizukoMorchidaKishimoto dá aulas na graduação e pós-graduação, nas áreas do brinquedo, educação infantil e formação do professor. Também exerce as funções de coordenadora do Laboratório de Brinquedos e Materiais Pedagógicos (Labrimp) e do Museu da Educação e do Brinquedo (MEB).
Pedagoga, com doutorado e pós-doutorado em educação, tem vários livros publicados sobre assuntos relacionados a jogos, brincadeiras e educação infantil.
Em entrevista ao Jornal do Professor, TizukoKishimoto diz que brincar é diferente de aprender e fala de temas como as principais brincadeiras utilizadas na aprendizagem infantil, a melhor forma de utilizar brinquedos na sala de aula, brincadeiras tradicionais e jogos eletrônicos, e educadores de destaque na área de brinquedos educativos.
Jornal do Professor – A senhora pode conceituar as palavras brinquedo e brincadeira?
TizukoMorchidaKishimoto – Não há um conceito universal sobre tais termos, uma vez que o brincar é visto como polissêmico, tendo várias significações. No entanto, um dos usos pode ser o de conceituar o brinquedo no aspecto material e imaterial (qualquer objeto industrializado, sucata, meu dedo, minha voz, uma idéia), como algo que se destina ao brincar, que se torna um suporte para a ação de brincar. Posso brincar com meu ursinho ou boneca, uma pedra, meus amigos e uma bola ou sozinho com meu amigo imaginário. A brincadeira é o resultado de ações conduzidas por regras, em que se pode usar ou não objetos, mas que tenha as características do lúdico: ser regrado, distante no tempo e no espaço, envolver imaginação, dispor de flexibilidade de conduta e de incerteza.
JP – Qual é a importância de se utilizar brinquedos ou brincadeiras para o aprendizado infantil?
TMK – Não se pode dizer que o brincar leva a qualquer tipo de aprendizagem. Brincar é diferente de aprender. O brincar é importante por duas razões: para a criança, o brincar é importante para a expressão de seus interesses e a comunicação com outros e, para o adulto, o brincar é importante para observar o objeto ou situação de interesse da criança e, posteriormente, planejar atividades que de fato representem situações que envolvem a criança.
Na atualidade, a concepção de educação vista como de melhor qualidade é a que respeita os saberes e a experiência da criança e seja participativa. O professor não educa sozinho. Pais, profissionais, outras crianças e a comunidade, todos fazem parte deste conjunto de atores responsáveis pela educação. O primeiro passo da educação é a descoberta do que a criança gosta, seus interesses, o que já sabe e o que gostaria de saber. O brincar é excelente recurso para observação dos interesses e ações da criança. Pelo brincar, a criança evidencia saberes e interesses, além de propiciar condições para aprendizagens incidentais.
JP – Quando a criança aprende pelo brincar?
TMK – Quando, por exemplo, pula corda e aprende diferentes formas de fazê-lo, quando pula junto com outra criança ou pula no ritmo de cantigas. Nesse processo pode aprender inúmeras habilidades inerentes à própria brincadeira. Pode aprender, também, quando experimenta novas regras na brincadeira com outras crianças.
O brincar é importante para a criança expressar significações simbólicas. Pelo brincar a criança aprende a simbolizar. Ao assumir papéis, ao usar objetos com outras finalidades para expressar significações, a criança entra no processo simbólico. O brincar auxilia o desenvolvimento simbólico. Mas não se trata de entender o símbolo como exercício ou cópia de letras e números em práticas de uso do brinquedo no ensino formal. A criança, ao brincar de fazer compras no mercado, desenvolve a linguagem verbal e quando dispõe de um ambiente preparado, com embalagens de caixas de mantimentos, refrigerantes com rótulos que indicam o nome dos produtos, e utiliza dinheiro que constrói como moeda de troca, vai penetrando no mundo letrado e gradativamente avançando no processo de simbolização, conhecido como emergência, no letramento.

A aprendizagem ocorre também quando a criança no brincar, aprende o roteiro ou guia que subsidia a brincadeira. Para brincar de casinha, é preciso que os parceiros saibam definir os personagens, o que cada um vai fazer, qual cenário deve ser utilizado. Para qualquer brincadeira imaginária as crianças utilizam guias que lhes permitem compartilhar temas, personagens e sequências de ações. A aprendizagem desses guias implica na capacidade de “leitura da mente do outro”, a entrada na subjetividade do outro e atenção para a sequência das ações que complementam o brincar coletivo.

Tais atividades requerem a observação do brincar, e em seguida, o planejamento conjunto com as crianças, em uma situação que já não é o brincar, mas ação mediada pelo adulto, para em seguida, introduzir elementos da cultura do adulto para ampliar as experiências da criança.
O ensino de conteúdos curriculares pelo brincar pertence a outra modalidade que se convencionou chamar “jogo educativo ou didático”, com características diversas do brincar livre.
JP – A utilização de brincadeiras também é importante para o aprendizado em faixas etárias mais elevadas? Neste caso, como a brincadeira pode ser inserida?
TMK – Nas faixas etárias mais elevadas já não se trata do brincar livre, mas do que se convencionou chamar de “jogo didático”, em que se usam objetos (brinquedos) para ensinar. Neste caso, o brinquedo é usado como material pedagógico destinado a uma função específica de ensino de algum conteúdo curricular. Embora legítimo, não se trata de brincadeira, mas ação planejada do adulto que cria situações dirigidas para que o aluno possa agir sobre o objeto ou situação para retirar conclusões.
Entre a diversidade de jogos didáticos para o ensino de conteúdos específicos há inúmeros jogos com letras, números, cores, formas, profissões, entre outros. Na formação de profissionais há os de simulação em que adultos em formação representam papéis ou situações relacionadas a um campo profissional: mercado financeiro, enfermagem, biologia e educação.

JP – Qual a melhor forma de utilização de brinquedos na sala de aula?
TMK – Não se tem uma fórmula única para uso do brinquedo e da brincadeira. Algumas sugestões:
1. Necessidade de escolher os brinquedos. Não se pode utilizar brinquedos destinados ao consumo familiar, de uso individualizado de uma criança, para uso institucional. Os brinquedos destinados ao uso coletivo devem ser seguros, ter durabilidade e resistência. Pratos e xícaras não podem ser de miniatura e de plástico pouco resistente. Melhor os de tamanho normal, feitos de material resistente. As panelas devem ser de alumínio e as conchas de madeira.
2. Ao selecionar e organizar os brinquedos nas salas é necessário pensar nas temáticas simbólicas significativas no contexto em que a criança vive, sem fazer distinções de gênero, classe social ou etnia. Verificar a faixa etária das crianças para selecionar tais os brinquedos. As classificações de brinquedos como o Esar (exercício, símbolo, acoplagem e regras) e o ICCP (InternationalCouncil for Children Play) podem ajudar na escolha de brinquedos para os campos afetivo, relações cognitivas e sociais e expressão motora.
3. Verificar a utilidade do brinquedo ou objeto colocado na área da brincadeira, questionando qual o uso que a criança fará, que tipo de experiência poderá adquirir com o objeto. Pensar nas experiências significativas das crianças para a seleção dos brinquedos.
4.  Separar os brinquedos em áreas ou setores de modo que a criança possa utilizá-los sem se desorganizar. Se o brinquedo serve para construir é preciso que estejam disponíveis em áreas em que a construção seja possível. Se os brinquedos se destinam ao faz de conta é preciso que estejam juntos para facilitar o aparecimento de temáticas simbólicas. Se o brincar requer uso de água ou terra é preciso providenciar espaço e materiais. Brinquedos misturados, quebrados e mal conservados dentro de caixas não auxiliam o desenvolvimento do imaginário das crianças.
5.  É importante dar opções de brincadeiras coletivas e individuais que representem a diversidade da cultura lúdica do país.
6. Toda criança deve ter o direito ao brinquedo e brincadeira independente de questões de gênero, etnia e classe social, o que equivale dizer que não se pode separar os brinquedos para meninos e meninas ou pobres e ricos. A diversidade cultural brasileira deve ser contemplada na inserção de brincadeiras dos segmentos culturais aos quais pertencem as crianças.

Referência Bibliográfica: Entrevista com Tizuco. Disponível em: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/noticias.html?idEdicao=19&idCategoria=8. > Acesso 20 de abril de 2015. 


Por :Ana Paula  de Melo Silva

Dicas de Entrevistas em video:




Referência Bibliográfica:
https://www.youtube.com/watch?v=um6TNGjPT2A
acesso em abril de 2015


 Por: Joana Fachini Pinto
Referência Bibliográfica:
https://www.youtube.com/watch?v=6kk__FXVwC0&noredirect=1
acesso em abril de 2015

Tópico: Projetos


Por: Adriana Carolina Freitas

Dicas de Projetos para Incentivo a Leitura Cecília Meireles e Itaú

 Fizemos algumas pesquisas em alguns sites, que contem varias informações incentivando a leitura para o ensino fundamento, encontramos esse site http://www.infoescola.com/sociologia/inclusao-social/, o site explica o que pode ser feito, para as crianças do 1° ao 4° ano, com atividades em sala de aula.
 Já no projeto de incentivo a leitura do banco Itaú, tanto o professor já atuante, como também nós que estamos iniciando na faculdade ou fazendo estágio em escolas publicas ou particulares, podemos nos escrever no site:
https://www.itau.com.br/crianca/, é totalmente gratuito e é entregue em nossa residência para nossa  comodidade. Qualquer duvida que você leitor tiver pode obter respostas no próprio site, na mesma pagina  conseguimos obter dicas de leituras, com livros que podem ser muito interessantes para o desenvolvimento da leitura no local, onde cada um de nós escolheu para desenvolver o projeto de incentivo a leitura.


Projeto de Inclusão Social nas Escolas Públicas

  Olá Pessoal Somos estudantes de Pedagogia, e viemos dividir com vocês leitores, um pouquinho sobre Projeto de Inclusão no Ensino Fundamental I.
 Os Projeto inserido nas Escolas Publicas de Guarulhos, são essências para a inclusão de alunos com diversas deficiências e também servem de aprendizagem e ensinam a todos como lidar e aceitar crianças especiais, crianças essas que tem muito a nos ensinar, inclusive  como lidar com esta situação tão diferente que muitos dos alunos, na sala nunca haviam tido como experiência.
 Penso que para inserir um Projeto em qualquer instituição possa ser de ensino ou não, é preciso que os pontos sejam estudados antes, para então saber se vão dar certo, ou não.

O significado do Projeto Inclusão Social

É um termo amplo, utilizado em contextos diferentes, em questões sociais variadas. De modo geral, o termo é utilizado ao fazer referência à inserção de pessoas com algum tipo de deficiência às escolas de ensino regular, e ao mercado de trabalho, ou ainda a pessoas consideradas excluídas, que não tem as mesmas oportunidades dentro da sociedade, por motivos como:
# Condições sócias – econômicas
# Gênero
# Raça
# Falta de acesso a tecnologias (exclusão digital)
 O processo de inclusão social de pessoas com necessidades especiais tornou-se efetivo a partir da Declaração de Salamanca, em 1994, respaldada pela Convenção dos Direitos da Criança (1988) e da Declaração sobre Educação para Todos (1990).
Os projetos de inclusão social de maior repercussão são os seguintes:
- O processo de inclusão das pessoas com necessidades educacionais especiais nas escolas de ensino regular;
- A inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho nas empresas com mais de cem funcionários, proporcionalmente.
- O sistema de cotas para negros e índios  da escola pública nas universidades;
 A inclusão social, em suas diferentes faces, é efetivada por meio de políticas públicas, que além de oficializar, devem viabilizar a inserção dos indivíduos aos meios sociais. Para isso, é necessário que sejam estabelecidos padrões de acessibilidade nos diferentes espaços (escolas, empresas, serviços públicos), assim como é necessário o investimento em formação inicial e continuada dos profissionais envolvidos no processo de inclusão, principalmente dos professores.

Referências Bibliográficas
http://www.infoescola.com/sociologia/inclusao-social/
acesso em abril de 2015